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Transgrãos adquire 120 caminhões Axor 2536 para transportar milho em espiga

Os veículos da Mercedes-Benz começaram a ser entregues no início de 2020, com programação mensal até agosto

08/05/2020 10h53Atualizado há 7 meses
Por: Editora Viver
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Com 28 anos de atuação no mercado, a mineira Transgrãos tem como sua principal atividade o transporte de milho em espigas para beneficiamento, sementes prontas para entrega ao produtor, cereais e insumos agrícolas.

Impulsionada pelo crescimento do mercado e pela demanda de clientes por terceirização de serviços na agricultura, a empresa diversificou sua atuação disponibilizando diversos serviços, entre eles a colheita mecanizada de semente de milho em espiga e em grãos, o plantio, a pulverização, a condução de campos, o despendoamento mecânico, a secagem, a classificação de sementes e a armazenagem climatizada.

E para dar vazão ao milho, a Transgrãos, com se na cidade de Patos de Minas, tem investido fortemente na frota. Recentemente realizou junto da Mercedes-Benz a compra de 120 caminhões extrapesados Axor 2536 6x2, para uso no transporte de milho em espiga para produção de sementes de alta tecnologia. Os veículos começaram a ser entregues no início de 2020, com programação mensal até agosto.

Com isso, o cliente passa a contar com 530 caminhões da marca da estrela de três pontas na frota, o que significa 90% do total de veículos. Há três anos, a Transgrãos tem executado o plano de renovação de 100% de sua frota, recebendo em média 120 veículos por ano.

Para Elias Caixeta, presidente da empresa, o Axor 2536 6x2 mostrou-se a melhor solução para o transporte de milho em espiga do campo para as unidades de beneficiamento, o chamado milho semente, que depois é utilizado no plantio.

“Com este caminhão, utilizamos um semirreboque graneleiro de 13,60 metros de comprimento, o que nos dá uma excelente capacidade volumétrica de carga, que é o que precisamos”, diz Elias. “Assim, o Axor 2536 6x2 oferece ótimo custo/benefício dentro do nosso modelo de operação de transporte de milho em espiga”.

Para Roberto Leoncini, vice-presidente de vendas e marketing caminhões e ônibus da Mercedes-Benz do Brasil, os caminhões Axor oferecem muito mais aos clientes. “Essa nossa linha de extrapesados é reconhecida no agronegócio, bem como em diversos outros setores, pelo reduzido custo operacional, alta produtividade e ampla disponibilidade para o transporte rodoviário e fora de estrada”, afirma o executivo. “Além disso, os clientes contam com o maior portfólio de peças e serviços e cobertura da rede de concessionários, presente em todos os estados do país junto às principais rotas de transporte e logística, favorecendo empresas como a Transgrãos, que opera em vários estados”.

Além de seu estado de origem (Minas Gerais) a Transgrãos atua no Mato Grosso, maior produtor de milho do Brasil, e também em Goiás, São Paulo, Paraná, Bahia e Rio Grande do Sul.

Segundo levantamento de novembro de 2019 da Companhia Nacional de Abastecimento (Conab), a estimativa de produção de milho no Brasil supera 98 milhões de toneladas na safra 2019/2020, praticamente o mesmo nível da safra anterior. Com isso, o milho se mantém na posição de segundo produto agrícola mais importante do país, atrás apenas da soja, que deverá colher mais de 120 milhões de toneladas. O levantamento da Conab prevê novo recorde de produção de grãos no Brasil, com 246,4 milhões de toneladas na safra 2019/2020.

O Centro-Oeste é o maior produtor de milho do Brasil, com previsão de 52,3 milhões de toneladas na safra 2019/2020, seguido pelo Sul, com 24,5 milhões e Sudeste, com 11,8 milhões.

O Mato Grosso é o estado que mais produz milho no Brasil: estimativa de 31,2 milhões de toneladas na safra atual, vindo depois o Paraná (15,8 milhões), Goiás (10,8 milhões), Mato Grosso do Sul (9,7 milhões) e Minas Gerais (7,3 milhões).

O transporte de milho, como o de grãos como um todo, é realizado essencialmente por caminhões no Brasil, interligando as regiões produtoras com as unidades de armazenagem e beneficiamento, bem como, com os portos por onde são escoadas as exportações agrícolas, como Paranaguá e Santos.

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