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Mercado

Venda de caminhões segue crescendo em 2021 e consórcios acompanham

Previsão de alta da Selic, de 3,50% a partir de maio, torna o consórcio atraente para quem quer adquirir um caminhão

19/04/2021 15h36Atualizado há 6 meses
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O primeiro bimestre do ano foi favorável para a venda de caminhões. Segundo a Fenabrave - Federação Nacional da Distribuição de Veículos Automotores -, em janeiro foram emplacados 7262 caminhões, saltando para 7718 em fevereiro, alta de 6,28% e um acumulado de 14.980 emplacamentos. Em comparação com o mesmo período do ano passado, quando não havia a crise da Covid-19, o acumulado foi de 13.697 veículos emplacados, aumento de 9,67% este ano.

O Banco Central se prepara para repetir a dose de alta de 0,75 pontos porcentual na taxa de juros básico em maio, e assim a Selic pode chegar a 3,50% ao ano, uma vez que a autoridade monetária teme perder sua meta de inflação para 2021 (de 3,75%) e acabar por desancorar as expectativas para 2022, que ainda estão em linha com o alvo perseguido pela instituição.

"Isso significa que para quem está pensando em adquirir um caminhão, por exemplo, é vantajoso pensar num consórcio, que não é afetado diretamente pela Selic. Opções como financiamentos ou empréstimos bancários são consideradas alternativas inviáveis devido às altas taxas de juros cobradas pelas instituições financeiras. No caso específico do UP Consórcios, é o único do mercado a oferecer taxa zero até a contemplação, isenção total de juros, taxa de adesão e fundo reversa, além da recompra garantida da cota" destaca Lorelay Lopes, head de Negócios do UP Consórcios, fintech da Embracon.

"Além disso, os trâmites para financiamento de caminhão são complexos, enquanto o consórcio oferece recursos mais práticos e acessíveis", completa a executiva.

O setor de consórcio de caminhão também segue aquecido. Um levantamento da ABAC - Associação Brasileira de Administradoras de Consórcios -, com data base de novembro/2020, aponta que o valor médio de crédito para esta categoria é de R 193 mil, com prazo médio de 103 meses para quitação da cota e 57,2% dos consorciados são transportadores autônomos.

Entre os contemplados, 38,7% compram caminhões com carroceria fixa ou formados por cavalo mecânico, enquanto 26,2% optam por semirreboque, sendo bitrem e graneleiro os preferidos.

Segundo Lorelay, apesar de números expressivos, é preciso desmistificar e conscientizar o consumidor sobre a importância do planejamento financeiro e da regularidade em poupar. O consórcio, historicamente, diz ela, é um grande aliado do brasileiro na hora de conquistar seus objetivos, mas ainda existem muitas dúvidas quanto ao seu funcionamento como, por exemplo, quando e como acontece a contemplação, oferta de lance, entre outros.

"É preciso popularizar o conceito de que o consórcio é uma ferramenta de poupança e também uma linha de crédito, em que a pessoa pode usar os valores que seriam dados como entrada em um financiamento para ofertar um lance no consórcio e, assim, adiantar sua contemplação e comprar o bem, evitando o pagamento de juros", explica Lorelay.

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